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Comemoração dos 20 anos do JB-AI-5

1 de novembro de 2019 Um comentário

Boa noite, povo conservador da Dinastia Cristã do Brasil.

É com grande orgulho que entro agora em cadeia nacional de pensamentos para meu pronunciamento. O dia 13 de dezembro está marcado em nossa história. Há 20 anos, o povo conservador tomava as rédeas desse glorioso país e expurgava de uma vez por todas as ameaças do mal comunista.

Não foi um trajeto fácil. Olhando para trás, essas duas décadas de vitória que chegamos em 2041 têm raízes em 2018, quando meu pai, venceu as eleições. Em 2021, um ato de coragem extrema: ele decretou o JB-AI-5 e começamos a trilhar nosso caminho de virtude.

Os mentirosos falavam que iríamos perder a liberdade. As hienas falavam que nossa democracia morreria. Víboras, porra! Estavam todos errados. Hoje vivemos o momento de maior esplendor dessa terra prometida por Deus.

Os percalços foram muitos. Até mesmo na minha família. Deus sabe que quando meu pai partiu para os braços do nosso Senhor, meus irmãos não foram leais ao legado do eterno Messias.

Flávio se mostrou tão corrupto quanto a esquerdalha toda. E pela minha fidelidade aos preceitos do JB-AI-5, teve o mesmo destino de todos ladrões do Brasil. Não fiquei feliz quando presenciei seu fuzilamento na Praça da Sé junto daqueles pervertidos atores de teatro de vanguarda, jornalistas mentirosos e crianças, mas todos filhos de petistas. Não, não fiquei alegre. O problema é que Flávio era igual a eles. E meu pai me ensinou que devemos cortar na carne quando necessário. O coração bondoso do eterno Messias lhe impediu de fazer o que tinha que ser feito em vida. Não me furtei em preservar e levar adiante as ideias do meu pai. Se Flávio era corrupto, todos sabem como corruptos são tratados na Dinastia Cristã do Brasil.

O mesmo tenho a dizer sobre Carlos. Não posso ter dó de meu outro irmão que agora está em prisão perpétua no Campo de Trabalhos Forçados do Xingu. Aqui se planta, aqui se colhe. Fui escolhido por meu pai para seguir guiando o destino do povo cristão brasileiro. Ele não aceitou a decisão do eterno Messias. Fui piedoso, ninguém pode dizer que não. O justo seria o paredão da Sé. Mas Carlos não era corrupto como Flávio. Não! Isso nunca foi. Por isso fui misericordioso com ele, como aprendi com o eterno Messias.

Mesmo com todos nosso avanços, ainda temos muito que conquistar. Já expulsamos aqueles que não defendem nosso legado. Não vamos aceitar deserções. Não vamos aceitar o retorno do Brasil para as mãos do Foro de São Paulo, que o diabo os tenha.

Como eu havia dito na última cadeia nacional de pensamentos, dia 29 de abril, feriado que homenageia nosso maior líder Olavo de Carvalho, a nossa luta não cessará enquanto não tivermos extirpado o último comunista, o último cientista, o último jornalista, o último se desagregador de nosso povo conservador.

Continuem trabalhando, continuem zelando do legado do eterno Messias. Eu, Eduardo, me orgulho da missão dada pelo meu pai e nada vai me parar. Levarei sua mensagem adiante.

Vida longa ao JB-AI-5! Vida longa à Dinastia Cristã do Brasil!

Boa noite!”

 

Pablo Kossa é jornalista, produtor cultural e mestre em comunicação pela Universidade Federal de Goiás

Um comentário

  • WHNASCIMEN disse:

    Uma bosta!
    mas da pra imaginar de onde sai tanta cultura de esgoto. Mãe Dina a base de cannabis kkkk, quem não deve não teme…
    e quem sabe os Home do botão dourado não volta e da um ´´ talento´´ nessa geração canhota!

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